Resumen
O texto parte dos problemas colocados pelas plantas cultivadas às políticas da agrobiodiversidade (diversidade agrícola) para então abordar as fronteiras vegetais em três níveis. No nível político, as fronteiras são criadas a partir na necessidade estabilizar as propriedades características das plantas para então delimitar seus centros de origem. No nível biológico, opera-se pela distinção de duas temporalidades, uma histórica e outra evolutiva, calcadas na ideia de cultivo enquanto seleção de fenótipos e domesticação enquanto estabilização de genótipo. Por fim, o artigo trata ainda de buscar ressonâncias da teoria aristotélica do ato e potência na maneira a partir da qual o neodarwinismo aborda a individuação vegetal. Algumas ponderações a este esquema de pensamento também nos servirão de contraste, em especial no tocante ao negligenciamento da dimensão propriamente ontogenética da individuaçãoCitas
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